UM TESTE DE NÃO PRIMALIDADE EM TRÊS ATOS
DOI:
https://doi.org/10.25110/educere.v26i1.2026-11107Palavras-chave:
Teste de não primalidade, Método axiomático, Pensamento inventivo, Sistematização, Raciocínio articuladorResumo
O artigo tem por objetivo mostrar o movimento de elaboração de um Teste de não Primalidade, que verifica se um número natural é primo ou não, evidenciando como acontecem o pensamento inventivo, a sistematização e o raciocínio articulador ao criar e demonstrar o teste. Neste sentido, tematizou-se como surgiram as ideias em torno do crivo, entendidas como evidências do pensamento inventivo; ainda, como elas foram organizadas e sistematizadas do ponto de vista da Matemática; e, por fim, como o raciocínio articulador foi mobilizado na demonstração do teste. Para realizar a tarefa, assumiu-se o referencial teórico-metodológico, concernentes à Teoria dos Números; a determinação de relações algébrico-geométricas, manifestadas, respectivamente, com recursos geométricos (visuais) e recursos simbólicos; somado a isso, empregou-se na demonstração do Teste o método axiomático. Como resultado, evidenciou-se um crivo que permite verificar a primalidade de um número natural e, ainda, uma perspectiva do modus operandi que pode ser praticado pelo matemático ao elaborar e demonstrar proposições, entendendo que as ideias iniciais apresentadas em diferentes linguagens, a sistematização e o raciocínio articulador fazem parte do processo de desenvolvimento de Matemática.
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