ANÁLISE ESPACIAL DE CASOS PROVÁVEIS DE DENGUE NO MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS, MARANHÃO, BRASIL

Authors

DOI:

https://doi.org/10.25110/arqsaude.v26i3.2022.8792

Abstract

INTRODUÇÃO: A dengue é considerada uma das principais arboviroses mundiais, caracterizada no Brasil pelo aumento de casos graves e óbitos. OBJETIVO: realizar análise espacial dos casos prováveis de dengue em São Luís - MA. MÉTODOS: Estudo ecológico de base populacional dos casos prováveis de dengue, notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) em 2015 e 2016, ocorridos no município de São Luís – MA. Foram georreferenciados 4.681 casos prováveis de dengue por setores censitários, calculadas as taxas de incidência e ajustadas através do estimador bayesiano empírico local. Foi utilizado o estimador de densidade de Kernel e Moran Global e Local para a análise espacial. RESULTADOS: Evidenciou-se através do estimador de densidade de Kernel, áreas quentes (alta-densidade) nos setores censitários da região noroeste do município. As taxas de incidência foram ajustadas pela aplicação do método bayesiano empírico local, identificando-se maior quantidade de setores com média e alta incidência. A partir do índice de Moran global foi evidenciada autocorrelação espacial positiva estatisticamente significativa para as taxas de incidência de dengue (I=0,69; p<0,001) e para as taxas de incidência ajustadas pelo método bayesiano (I=0,80; p<0,001). De acordo com o índice de Moran local, identificou-se clusters de setores de alta incidência de dengue em áreas com alta densidade populacional na região nordeste e noroeste do município. CONCLUSÃO: A pesquisa demonstrou que os estimadores bayesianos ajudaram a minimizar os problemas de subnotificação e da influência do tamanho populacional nos setores censitários. 

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Published

2022-10-07

How to Cite

COSTA, Flávia Regina Vieira da et al. ANÁLISE ESPACIAL DE CASOS PROVÁVEIS DE DENGUE NO MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS, MARANHÃO, BRASIL. UNIPAR Health Sciences Archives, [S. l.], v. 26, n. 3, 2022. DOI: 10.25110/arqsaude.v26i3.2022.8792. Disponível em: https://www.revistas.unipar.br/index.php/saude/article/view/8792. Acesso em: 20 aug. 2026.

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