DESAFIOS DO ENFERMEIRO NO CUIDADO DA CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.25110/arqsaude.v30i2.2026-12360

Palavras-chave:

Transtorno do Espectro Autista, Criança, Cuidados de Enfermagem, Papel do Profissional da Enfermagem

Resumo

O Transtorno do Espectro Autista (TEA), é uma condição complexa que interfere na comunicação, na interação social e no comportamento. A falta de compreensão e apoio adequado por parte dos profissionais enfermeiros impactam na vida diária e no bem-estar das crianças com TEA e suas famílias. Esta revisão buscou identificar, a partir da literatura, os principais desafios enfrentados pelo enfermeiro no cuidado à criança com Transtorno do Espectro Autista. Trata-se de revisão integrativa da literatura, com busca realizada nas bases de dados BDENF, Scopus, Web of Science, EMBASE, Lilacs e MEDLINE, entre 1990 e 2024. Os descritores utilizados foram adaptados à língua de cada base, e os resultados exportados para o software Rayyan, sendo os materiais duplicados excluídos. Procedeu-se à leitura dos títulos e resumos, incluindo-se aqueles que respondiam à pergunta norteadora: “Quais são os desafios enfrentados pelo enfermeiro no cuidado de crianças com Transtorno do Espectro Autista, no contexto da prática de enfermagem?”, elaborada a partir da estratégia PICo. Os artigos selecionados foram lidos na íntegra e tiveram os dados extraídos por meio de um instrumento padronizado. Foram recuperados 4.136 materiais nas seis bases de dados, sendo 741 excluídos por duplicidade, resultando em uma amostra final de 12 estudos. Esses trabalhos, publicados em inglês e português, foram realizados na América do Norte, América do Sul, Ásia, Europa e África, entre 2013 e 2024, abrangendo pesquisas quantitativas, qualitativas e mistas. Estiveram entre os principais desafios encontrados pelos enfermeiros frente ao cuidado com a criança com TEA o déficit na formação e capacitação profissional, a fragilidade na comunicação com a criança e família, as limitações estruturais e organizacionais do sistema de saúde, a articulação insuficiente com rede de apoio e equipe multiprofissional, os estigmas e barreiras socioculturais e as dificuldades na triagem e detecção precoce. O cuidado de enfermagem à criança com TEA ainda enfrenta barreiras relacionadas à formação profissional, à estrutura dos serviços e a estigmas sociais. Superá-las requer capacitação contínua, fortalecimento da rede de apoio e investimentos em políticas públicas que assegurem serviços acessíveis e integrados. Assim, torna-se possível promover um cuidado integral, qualificado e sensível às necessidades da criança e de sua família.

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Biografia do Autor

Pedro Augusto Bossonario, Universidade Estadual de Maringá

Doutor, Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Enfermagem.

Ana Paula do Santos Serrano, Universidade Estadual de Maringá

Graduanda, Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Enfermagem.

Márcia Paola Camacho Gualberto, Universidade Estadual de Maringá

Graduanda, Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Enfermagem.

Maria de Fátima Garcia Lopes Merino, Universidade Estadual de Maringá

Doutor, Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Enfermagem.

Marcela Demitto Furtado, Universidade Estadual de Maringá

Doutor, Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Enfermagem.

Mayckel da Silva Barreto, Universidade Estadual de Maringá

Doutor, Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Enfermagem.

Gabriel Zanin Sanguino, Universidade Estadual de Maringá

Doutor, Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Enfermagem.

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Publicado

09-02-2026

Como Citar

BOSSONARIO, Pedro Augusto; SERRANO, Ana Paula do Santos; GUALBERTO, Márcia Paola Camacho; MERINO, Maria de Fátima Garcia Lopes; FURTADO, Marcela Demitto; BARRETO, Mayckel da Silva; SANGUINO, Gabriel Zanin. DESAFIOS DO ENFERMEIRO NO CUIDADO DA CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA. Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR, [S. l.], v. 30, n. 2, p. 710–732, 2026. DOI: 10.25110/arqsaude.v30i2.2026-12360. Disponível em: https://www.revistas.unipar.br/index.php/saude/article/view/12360. Acesso em: 13 fev. 2026.

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